Certificado de Cozinheiro de Bordo

Ser chef ou cozinheiro num iate ou navio não é o mesmo que ser chef ou cozinheiro numa organização em terra. A formação e certificação alcançada em escolas reconhecidas é válida para trabalhar em terra, mas não é suficiente para trabalhar a bordo. Continuar a ler

Quando o Mar é terra de ninguém

Marpol Anexo V 1200x628

Sabia que, até 31 de Dezembro de 2012, era permitido atirar ao mar papéis, trapos, vidros, metais, garrafas, louças e mais tralha?

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Navios que fizeram história | MAR+

Titanic

NAVIOS QUE FIZERAM HISTÓRIA
ANTÓNIO COSTA
Dezembro 2013
Palavras Chave: História | Segurança | Navios
Referência: MAR+20131227

“Em 1820 a Inglaterra lançou ao mar o primeiro navio de ferro. Em 1783 foi lançado o primeiro navio movido a vapor. Em 1819 o Savannah, contando com rodas de pás, cruzou o Atlântico, da Inglaterra para os Estados Unidos. Em 1845 deu-se a substituição das rodas propulsoras por hélices. Em 1870 generalizou-se o uso do aço em navios. Em 1890 foi lançado o primeiro quebra-gelo, o Murtaja. Em 1897 foi apresentado ao mundo o primeiro navio a turbina. Em 1911 entrou em serviço o primeiro navio a diesel inventado pelo engenheiro alemão Rudolf Diesel.” Continuar a ler

Publicação ‘Poluição e o Transporte Marítimo’

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A poluição atmosférica provocada pelo transporte marítimo, manifesta-se através da emissão pelos navios, de gases de efeito de estufa como o dióxido de carbono e pela emissão de poluentes, incluindo os óxidos de azoto, óxidos de enxofre e material em partículas.

Em 2008, a Organização Marítima Internacional (IMO) reviu as normas sobre o teor de enxofre dos combustíveis marítimos (contido no Anexo VI da MARPOL). Em Outubro de 2012, as normas foram transpostas oficialmente na Europa.

Nos termos da legislação da UE em vigor:
– A partir de 2015, os navios que naveguem nas zonas de controlo de emissões de SOx não podem usar combustível com mais de 0,1% de enxofre;
– Globalmente, os navios terão que reduzir o teor de enxofre do seu combustível para um máximo de 3,5% em 2012 e para 0,5% em 2020.

Segundo o Carbon War Room, a indústria marítima tem a oportunidade de economizar US$ 70 biliões por ano em combustível e reduzir o carbono e outros poluentes em 30%. Através de medidas de eficiência, estima-se que o transporte marítimo pode reduzir o consumo de combustível entre 30 e 60 por cento.

As boas notícias:
A poluição pode, deve e irá ser combatida, através do incremento da eficiência energética e da sensibilização dos operadores, aspectos que irão estimular o mercado de investigação, desenvolvimento, produção, implementação e manutenção de novas tecnologias, gerando dinâmica na economia e no mercado de trabalho.

Aceda à publicação em Poluição e o Transporte Marítimo