Combustíveis alternativos para o transporte marítimo

Gas

“A Idade da Pedra não acabou por falta de pedra. A Idade do Petróleo irá acabar muito antes que o mundo fique sem petróleo”. (Ahmed Yamani)

O transporte marítimo é responsável por mais de 80 % do comércio mundial em volume e cerca de 3% das emissões globais de gases do efeito estufa, contribuindo também para a poluição do ar em áreas costeiras e portos.
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Mudança de paradigma no Transporte Marítimo

WARTSILA RT-flex50DFA Wärtsilä, empresa finlandesa especializada no desenvolvimento de motores marítimos e sistemas de produção de energia, anuncia o Motor Marítimo Dual-Fuel de baixa velocidade, a 2 tempos, RT-flex 50DF.
Desenvolvido com base em nova tecnologia, promete uma revolução na Indústria do Transporte Marítimo. 
Os trunfos apontados: tecnologia de investimento reduzido (CAPEX), sem necessidade de tratamento de gases de evacuação e respeitando os requisitos IMO Tier III, de controlo de emissões de óxidos de azoto.

Segundo informação veiculada pela Wärtsilä, foram realizados testes intensivos em escala real, com a utilização de gás em motores Dual-Fuel de baixa velocidade, a 2 tempos e irá ser introduzida no mercado uma nova gama de motores, baseados em tecnologia comprovada de consumo de gás a baixa pressão. O primeiro motor a utilizar esta tecnologia, o Wärtsilä RT-flex50DF, estará disponível para entrega no terceiro trimestre de 2014. Posteriormente, durante 2015 e 2016, serão lançados novos motores de geração X Series. Continuar a ler

Diesel versus LNG

GL-MAN-Publish-LNG-Fuel-StudyComo em todos os tempos de grandes mudanças, existem visionários e existem descrentes. Tal é o caso agora.
Somos testemunhas da maior mudança no Transporte Marítimo, desde que Winston Churchill defendeu para a Royal Navy, a mudança do carvão, uma reserva estratégica abundante no Reino Unido, para o petróleo importado.
Churchill argumentou, que os navios de guerra movidos a petróleo seriam mais rápidos, produzindo menos fumo evitando a sua percepção, além de que não precisavam de fornalhas, reduzindo a carga de mão-de-obra.
A ideia foi recusada pela hierarquia da Marinha. Continuar a ler