Podemos copiar políticas?

A resposta é afirmativa e o processo é conhecido por benchmarking. Mas porque devemos copiar uma política?

O Mar assume tal importância no futuro dos portugueses, e do mundo inteiro, que qualquer tarefa com ele relacionado pode afigurar-se missão impossível ou, pelo menos, exigir um esforço hercúleo. Não é desprovida de sentido esta constatação. Mas não deve toldar-nos a vista ou aprisionar as ações. Todas as grandes questões se resolvem quando tratadas como um processo: com início, meio, pausa para avaliar e celebrar, e de novo início. E todos os bons processos começam com grandes questões:

Continuar a ler

Economia Azul na Austrália

Azul é, há muito, a cor da Austrália. Este país tem a terceira maior jurisdição Marítima do mundo. Hoje, mais do que nunca, o desenvolvimento da Economia Azul faz parte da agenda política da Austrália e somam-se as estratégias sectoriais.

Continuar a ler

Formação Economia Azul

A ‘nova’ Economia Azul adiciona sustentabilidade à ‘vellha’ Economia do Mar. A Economia Azul junta o mar e os seus atuais e futuros usos, às regiões, à indústria e às pessoas, alinhando interesses e conciliando expectativas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades.

Prepare-se para o século Azul!
Participe na Formação Economia Azul: a nova Economia do Mar

Continuar a ler

Vereador do Mar

Política de Mar nacional e Política de Mar regional. Qual a importância de um vereador do Mar nos municípios? Devem os municípios com costa litoral ter um pelouro/ vereador do Mar? Partilhe a sua opinião votando na sondagem pública.

O território português pode ser dividido em Portugal continental, arquipélago dos Açores e arquipélago da Madeira. Administrativamente, divide-se em 18 distritos, 2 regiões autónomas e 308 municípios, uma grande parte deles com costa oceânica.

A localização junto ao mar implica responsabilidades acrescidas aos municípios, na gestão integrada do seu litoral, no fortalecimento da sua identidade marítima, na discussão de políticas do mar locais, e na aplicação de políticas do mar nacionais e europeias.

Em paralelo, cumpre-lhes apoiar e amplificar o potencial da economia do mar nacional, através de iniciativas locais, apoiando a criação e instalação de estruturas e de empresas marítimas-tecnológicas e marítimo-turísticas, promovendo a literacia e a cultura de mar, apostando em atividades marítimas nos domínios da investigação, ensino, qualificação e certificação profissional, desenvolvimento tecnológico, inovação, integração em redes nacionais e internacionais, entre outras.

Deveriam estes municípios ter um Pelouro do Mar, com responsabilidade atribuída ao presidente ou a um vereador?

Partilhe a sua opinião, através de voto na sondagem que apresentamos:

 

Continuar a ler