Ceniude na 1ª Feira de Emprego e Congresso Trabalhar num Navio

A Ceniude, empresa especializada em certificação médica para trabalho em navios e plataformas offshore, confirma participação na 1ª Feira de Emprego e Congresso Trabalhar num Navio. A Ceniude é reconhecida pelas companhias e organismos reguladores, emitindo certificados médicos segundo a legislação portuguesa, inglesa, norueguesa e americana.

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Modelo do novo Certificado Médico Marítimo

De acordo com Portaria 101/2017 de 7 de Março (nº 1 do art.º 2º), que entrou em vigor em 8 de Março, está já disponível o novo modelo de Certificado Médico para Marítimos.

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Novo Certificado Médico para Marítimos

A Portaria n.º 101/2017 publicada a 7 de março vem, finalmente, alterar, atualizar e aprovar o novo modelo de certificado médico para marítimos e estabelecer os requisitos para a emissão dos certificados e para a constituição da lista de médicos reconhecidos. Reconhecendo ainda a necessidade de assegurar a garantia de qualidade na emissão dos certificados médicos, estabelecem-se os respetivos procedimentos e identifica-se a entidade com competência na matéria.
Finalmente, no sentido de promover a desmaterialização dos procedimentos administrativos, estabelecem-se medidas de simplificação administrativa e de reforço dos mecanismos de articulação entre as entidades envolvidas, atentas as respetivas atribuições e competências.

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A STCW 2010 e os certificados médicos

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Nota Importante:
O presente artigo está, em alguns aspetos, desatualizado, tendo em conta a recente publicação da Portaria 101/2017 em 7 de Março. Recomendamos a leitura do presente documento dada a sua abrangência, seguida da leitura de um novo artigo que atualiza parte da informação: Novo Certificado Médico para Marítimos

 

Os marítimos (todas as pessoas que trabalham a bordo de navios), devem submeter-se a exames médicos para salvaguardar a sua saúde pessoal e a sua segurança, bem como para reduzir os riscos para outros membros da tripulação, para os passageiros e para a operação segura do navio. A Convenção MLC 2006 e a Convenção STCW de 1978, conforme alterada, exigem que os marítimos sejam titulares de um certificado médico, detalhem as informações a registar e indiquem certos aspetos específicos de aptidão que devem ser avaliados.

Contrariamente ao que muitos pensam, o certificado médico marítimo não existe para limitar o acesso a carreiras profissionais, ou para criar problemas a quem necessita do mesmo para trabalhar. Antes pelo contrário, um certificado médico rigoroso e efetivo constitui um pilar de segurança, protegendo o marítimo, a tripulação, os passageiros, a carga e o ambiente.

A convenção STCW 2010 é clara: em Portugal continuamos atrasados na implementação das recentes convenções e regulamentação na área de certificação médica marítima, o que poderá comprometer a empregabilidade dos nossos marítimos; a segurança de pessoas, navios e carga; e a proteção do meio ambiente:

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Certificados Médicos para Marítimos

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Nota Importante:
O presente artigo está, em alguns aspetos, desatualizado, tendo em conta a recente publicação da Portaria 101/2017 em 7 de Março. Recomendamos a leitura do presente documento dada a sua abrangência, seguida da leitura de um novo artigo que atualiza parte da informação: Novo Certificado Médico para Marítimos

 

Os marítimos (todas as pessoas que trabalham a bordo de navios), são obrigados a submeter-se a exames médicos para salvaguardar a sua saúde pessoal e a sua segurança, bem como para reduzir os riscos para outros membros da tripulação, para os passageiros e para a operação segura do navio. A Convenção MLC 2006 e a Convenção STCW de 1978, conforme alterada, exigem que os marítimos sejam titulares de um certificado médico, detalhem as informações a registar e indiquem certos aspetos específicos de aptidão que devem ser avaliados.

Contrariamente ao que muitos pensam, o certificado médico marítimo não existe para limitar o acesso a carreiras profissionais, ou para criar problemas a quem necessita do mesmo para trabalhar. Antes pelo contrário, um certificado médico rigoroso e efetivo constitui um pilar de segurança, protegendo o marítimo, a tripulação, os passageiros, a carga e o ambiente.

Porém, em Portugal continuamos atrasados na implementação das recentes convenções e regulamentação nesta área, o que poderá comprometer a empregabilidade dos nossos marítimos:

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