Por dentro do Navio Creoula | MAR+

Creoula

TREINO DE MAR NO NAVIO CREOULA
ALVARO SARDINHA
Outubro 2013  | alvarompsardinha@gmail.com
Palavras Chave: Creoula | Navios
Referência: MAR+20140127

Conhecer o navio Creoula, da prôa à pôpa, atravessando o convés, desde a Giba à Mezena, entrando na ponte onde se comanda e faz a navegação.
Descer à casa da máquina e conhecer, detalhadamente, a sua propulsão mecânica e respectivos sistemas auxiliares, não esquecendo os sistemas que dão vida ao navio. Passar de seguida pelas acomodações, refeitório, biblioteca, frigoríficos, subindo à cozinha.
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Sines como activo geoestratégico nacional | MAR+

Sines

A ANÁLISE DE SINES COMO ATIVO GEOESTRATÉGICO NACIONAL
UM CLUSTER SUPORTADO NAS REDES MARÍTIMAS MUNDIAIS
PAULO JORGE PIRES MOREIRA
Junho 2012  |  ppmoreira@live.com.pt
Palavras Chave: Sines | Cluster Marítimo
Referência: MAR+20140124

A competição actual em termos portuários não se resume apenas a uma competição entre os portos, mas sim em termos de redes logísticas aos quais pertencem.

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Código IMDG | MAR+

imdg2012IMDG – CÓDIGO MARÍTIMO INTERNACIONAL DAS MERCADORIAS PERIGOSAS
JOÃO CEZÍLIA
Janeiro 2014  |  jcezilia@tutorial.pt
Palavras Chave: IMDG | Mercadorias Perigosas
Referência: MAR+20140121

O Código IMDG, é o Código Marítimo Internacional das Mercadorias Perigosas, que regulamenta a aplicação do Capítulo VII, Parte A da Convenção Internacional de 1974 para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, Convenção SOLAS e os princípios estabelecidos no Anexo III da Convenção MARPOL, relativa à Prevenção da Poluição por Navios, aplicando-se a mercadorias transportadas em embalagens e/ou em unidades de transporte de carga.

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Redução de consumo de combustível em Navios | MAR+

CAP CARMEL

A redução de consumo de combustível, em instalações de máquinas de navios, constitui um tema particularmente relevante na actualidade, dados o elevado custo operacional e a emissão de poluentes, decorrentes do processo da combustão de derivados do petróleo.

Um estudo realizado no Departamento de Engenharia Naval e Oceânica, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, investiga e demonstra, como podem os navios de grande porte ser mais eficientes e menos poluidores, utilizando tecnologias que possibilitam a economia e/ou a substituição de combustíveis fósseis. O trabalho de mestrado do engenheiro Gilberto Dória do Valle Filho, Avaliação das instalações de máquinas em navios visando redução do uso de combustível fóssil, avaliou as alternativas possíveis para os diversos tipos de navios e particularizou um exemplo de aplicação, para um navio porta-contentores.

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Navios que fizeram história | MAR+

Titanic

NAVIOS QUE FIZERAM HISTÓRIA
ANTÓNIO COSTA
Dezembro 2013
Palavras Chave: História | Segurança | Navios
Referência: MAR+20131227

“Em 1820 a Inglaterra lançou ao mar o primeiro navio de ferro. Em 1783 foi lançado o primeiro navio movido a vapor. Em 1819 o Savannah, contando com rodas de pás, cruzou o Atlântico, da Inglaterra para os Estados Unidos. Em 1845 deu-se a substituição das rodas propulsoras por hélices. Em 1870 generalizou-se o uso do aço em navios. Em 1890 foi lançado o primeiro quebra-gelo, o Murtaja. Em 1897 foi apresentado ao mundo o primeiro navio a turbina. Em 1911 entrou em serviço o primeiro navio a diesel inventado pelo engenheiro alemão Rudolf Diesel.” Continuar a ler

ISM – Código Internacional de Gestão da Segurança | MAR+

ISM Acidente Navio

ISM – CÓDIGO INTERNACIONAL DE GESTÃO DA SEGURANÇA
ALVARO SARDINHA, JORGE MACHADO, VASCO KRUS
Dezembro 2013
Palavras Chave: ISM | SMS | SOLAS | Segurança
Referência: MAR+20131216

Em 2010, a indústria de Transporte Marítimo Global perdeu dois navios por dia, tendo o comportamento humano sido a principal razão. Mas o comportamento humano foi também a razão pela qual a perda não foi maior.

A segurança da vida no mar, a protecção do ambiente marinho e mais de 90% do comércio mundial, depende do profissionalismo e competência dos Marítimos.
A cultura de segurança de que hoje muito se fala, depende da contribuição das pessoas e da forma como elas encaram o risco e a segurança operacional. Falamos, no caso do Transporte Marítimo, dos operadores e das tripulações. Continuar a ler

Tipologia e Classificação de Navios | MAR+

TIPOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS
ANTÓNIO COSTA
Novembro 2013
Palavras Chave: Tipologia | Classificação | Navios
Referência: MAR+20131115

“Poderá parecer despropositado, agora, falar sobre este assunto, já que existe bastante literatura sobre o mesmo. Mas é por isso mesmo. Há pouco mais de 40 anos, quando embarquei pela primeira vez, existiam uma meia dúzia de tipos de navios. Agora, ultrapassam a centena. Nessa altura, além do universalmente conhecido por tipo de carga (p. ex. o navio petroleiro e LPG’s, de carga geral, graneleiro, de passageiros), por tipo de pesca praticada (palangreiro, atuneiro, arrastão, etc.) e pelo tipo de trabalho (rebocador portuário e de alto mar, draga, barcaças e pouco mais).

Já existiam, no entanto, algumas classificações decorrentes do pós-guerra e do plano Marshall, como os SD14 e os Liberty’s Ships, bem como os navios que faziam, maioritariamente, o mercado europeu, com designações derivadas dos seus limites de tonelagem (aquilo a que estavam sujeitos a pagar de despesas portuárias) como os 499’s e os 999’s. Continuar a ler

Publicação ‘Poluição e o Transporte Marítimo’

EuropeAtoG

A poluição atmosférica provocada pelo transporte marítimo, manifesta-se através da emissão pelos navios, de gases de efeito de estufa como o dióxido de carbono e pela emissão de poluentes, incluindo os óxidos de azoto, óxidos de enxofre e material em partículas.

Em 2008, a Organização Marítima Internacional (IMO) reviu as normas sobre o teor de enxofre dos combustíveis marítimos (contido no Anexo VI da MARPOL). Em Outubro de 2012, as normas foram transpostas oficialmente na Europa.

Nos termos da legislação da UE em vigor:
– A partir de 2015, os navios que naveguem nas zonas de controlo de emissões de SOx não podem usar combustível com mais de 0,1% de enxofre;
– Globalmente, os navios terão que reduzir o teor de enxofre do seu combustível para um máximo de 3,5% em 2012 e para 0,5% em 2020.

Segundo o Carbon War Room, a indústria marítima tem a oportunidade de economizar US$ 70 biliões por ano em combustível e reduzir o carbono e outros poluentes em 30%. Através de medidas de eficiência, estima-se que o transporte marítimo pode reduzir o consumo de combustível entre 30 e 60 por cento.

As boas notícias:
A poluição pode, deve e irá ser combatida, através do incremento da eficiência energética e da sensibilização dos operadores, aspectos que irão estimular o mercado de investigação, desenvolvimento, produção, implementação e manutenção de novas tecnologias, gerando dinâmica na economia e no mercado de trabalho.

Aceda à publicação em Poluição e o Transporte Marítimo