Vereador do Mar na Economia Azul

Política de Mar nacional e Política de Mar regional. Qual a importância de um vereador do Mar nos municípios? Devem os municípios com costa litoral ter um pelouro/ vereador do Mar? Sondagem pública aponta para resposta afirmativa.

O território português pode ser dividido em Portugal continental, arquipélago dos Açores e arquipélago da Madeira. Administrativamente, divide-se em 18 distritos, 2 regiões autónomas e 308 municípios, uma grande parte deles com costa oceânica.

A localização junto ao mar implica responsabilidades acrescidas aos municípios, na gestão integrada do seu litoral, no fortalecimento da sua identidade marítima, na discussão de políticas do mar locais, e na aplicação de políticas do mar nacionais e europeias.

Em paralelo, cumpre-lhes apoiar e amplificar o potencial da economia do mar nacional, através de iniciativas locais, apoiando a criação e instalação de estruturas e de empresas marítimas-tecnológicas e marítimo-turísticas, promovendo a literacia e a cultura de mar, apostando em actividades marítimas nos domínios da investigação, ensino, qualificação e certificação profissional, desenvolvimento tecnológico, inovação, integração em redes nacionais e internacionais, entre outras.

A Câmara Municipal da Horta tem o pelouro Mar, Inovação e Empreendedorismo, da responsabilidade de uma Vereadora. A Câmara Municipal da Nazaré tem o pelouro Turismo/Mar, cuja responsabilidade pertence ao seu Presidente. A Câmara Municipal de Câmara de Lobos tem o pelouro da Agricultura e Assuntos do Mar, cuja responsabilidade pertence ao seu Presidente.

O tema Vereador do Mar nunca foi tão actual e será discutido na Formação Economia Azul: a nova Economia do Mar, já no dia 25 de Outubro.

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2 thoughts on “Vereador do Mar na Economia Azul

  1. Olá Sr. Sardinha,

    Parece-me boa a ideia de ter um vereador em cada distrito com costa a fim de tratar dos assuntos marítmos próximos a estes distritos! Como mencionado, as Câmaras Municipais de Horta, Nazaré e Lobos já têm um(a) pelouro(a) que por razões de custo, sao responsáveis por outros assuntos, não somente os do mar. Buscar a expansão de responsabilidades parece-me melhor do criar uma mais posição que geraria mais custo aos distritos e consequentemente às populações. O que achas?

    Att.,
    Mayron Diniz

    • Viva Mayron Diniz, obrigado pelo comentário. O tema é simples e complexo mas tudo se resume ao seguinte ponto: as comunidades precisam de literacia do oceano e os agentes ativos da sociedade, onde se incluem as autarquias, devem ter acção e foco no Mar, persistente e permanente. Penso que aqui não existe qualquer dúvida.
      Quais os recursos necessários para esta tarefa é uma questão a discutir. Vamos falar do tema na Formação Economia Azul: a nova Economia do Mar, onde contaremos com a presença de várias Câmaras Municipais, entre outras organizações.
      Cumprimentos, Álvaro Sardinha

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